O TOLO APRENDE ERRANDO, JÁ O SÁBIO COM O ERRO DOS OUTROS.
MAS E O BETA, SERÁ CAPAZ DE APRENDER?
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OI, VAMOS JOGAR MAGIC!? LÁ EM CASA TEM SUCO MUPY!!! |
O mundo vive um momento em que os mais diversos tipos de minorias, algumas nem tão menores assim, como costumo dizer, vêm se vitimizando o máximo que podem em busca de benefícios e visibilidade na sociedade. Assim como também muita gente metida a engajada que só quer um motivo pra dormir bem a noite se achando o ultimo bastião da justiça social tem aparecido para defender essas minorias, as vezes até contra a vontade delas, como os ditos feministos que são esculachados e escorraçados pelas próprias feministas em muitas ocasiões.
Mas em meio a este turbilhão de gente tendo convulsões histéricas existe um grupo, bem grande aliás, de seres que não são representados, não procuram se representar e nem encontram alguém que queira levantar esta bandeira. Sim, eu estou falando de você, Jovem Homem Beta de óculos e jeitinho introvertido mongão.
Sobre este assunto falo com bastante propriedade, afinal por também pertencer a esta casta já passei e passo por todas as fazes e problemas que um beta pode passar, desde a adolescência onde os problemas em ser um betoso se iniciam até a vida adulta, onde com certas precauções estes problemas podem ser atenuados. A ideia de escrever este texto me veio este final de semana, quando levei a Imperatriz pra passear e observei um grupo de betinhas otakus (uma das subespécie que mais sofrem dentre algumas que discutiremos aqui) lanchando numa pastelaria enquanto tomavam seus sucos de soja (Mupy) e riam de maneira desengonçada despreocupadamente, falando sobre seus games e esquisitices, sendo que mais da metade deles vestidos com camisetas pretas com estampas de animes do submundo otaku, que de longe já demonstram seus futuros fracassos sociais e pessoais na vida. Faltou só alguém com bandana ninja da Aldeia da Folha na cabeça.
Mas em meio a este turbilhão de gente tendo convulsões histéricas existe um grupo, bem grande aliás, de seres que não são representados, não procuram se representar e nem encontram alguém que queira levantar esta bandeira. Sim, eu estou falando de você, Jovem Homem Beta de óculos e jeitinho introvertido mongão.
Sobre este assunto falo com bastante propriedade, afinal por também pertencer a esta casta já passei e passo por todas as fazes e problemas que um beta pode passar, desde a adolescência onde os problemas em ser um betoso se iniciam até a vida adulta, onde com certas precauções estes problemas podem ser atenuados. A ideia de escrever este texto me veio este final de semana, quando levei a Imperatriz pra passear e observei um grupo de betinhas otakus (uma das subespécie que mais sofrem dentre algumas que discutiremos aqui) lanchando numa pastelaria enquanto tomavam seus sucos de soja (Mupy) e riam de maneira desengonçada despreocupadamente, falando sobre seus games e esquisitices, sendo que mais da metade deles vestidos com camisetas pretas com estampas de animes do submundo otaku, que de longe já demonstram seus futuros fracassos sociais e pessoais na vida. Faltou só alguém com bandana ninja da Aldeia da Folha na cabeça.




