CONHECENDO GAMES RETRO

quinta-feira, 22 de março de 2018

CARTA AOS BETAS

O TOLO APRENDE ERRANDO, JÁ O SÁBIO COM O ERRO DOS OUTROS.

MAS E O BETA, SERÁ CAPAZ DE APRENDER?


OI, VAMOS JOGAR MAGIC!? LÁ EM CASA TEM SUCO MUPY!!!

O mundo vive um momento em que os mais diversos tipos de minorias, algumas nem tão menores assim, como costumo dizer, vêm se vitimizando o máximo que podem em busca de benefícios e visibilidade na sociedade. Assim como também muita gente metida a engajada que só quer um motivo pra dormir bem a noite se achando o ultimo bastião da justiça social tem aparecido para defender essas minorias, as vezes até contra a vontade delas, como os ditos feministos que são esculachados e escorraçados pelas próprias feministas em muitas ocasiões. 

Mas em meio a este turbilhão de gente tendo convulsões histéricas existe um grupo, bem grande aliás, de seres que não são representados, não procuram se representar e nem encontram alguém que queira levantar esta bandeira. Sim, eu estou falando de você, Jovem Homem Beta de óculos e jeitinho introvertido mongão.

Sobre este assunto falo com bastante propriedade, afinal por também pertencer a esta casta já passei e passo por todas as fazes e problemas que um beta pode passar, desde a adolescência onde os problemas em ser um betoso se iniciam até a vida adulta, onde com certas precauções estes problemas podem ser atenuados. A ideia de escrever este texto me veio este final de semana, quando levei a Imperatriz pra passear e observei um grupo de betinhas otakus (uma das subespécie que mais sofrem dentre algumas que discutiremos aqui) lanchando numa pastelaria enquanto tomavam seus sucos de soja (Mupy) e riam de maneira desengonçada despreocupadamente, falando sobre seus games e esquisitices, sendo que mais da metade deles vestidos com camisetas pretas com estampas de animes do submundo otaku, que de longe já demonstram seus futuros fracassos sociais e pessoais na vida. Faltou só alguém com bandana ninja da Aldeia da Folha na cabeça. 

sexta-feira, 16 de março de 2018

ESTOICISMO: INTRODUÇÃO

UM PLANO PARA A VIDA



O PENSADOR

O que você espera da vida? Você pode responder esta questão dizendo que quer uma esposa cuidadosa, um bom emprego e uma boa casa, mas estas são na realidade apenas algumas das coisas que você espera na vida. Ao perguntar o que você espera da vida, estou fazendo a pergunta em seu sentido mais amplo. Não estou perguntando a respeito dos objetivos que você formula conforme desenvolve suas atividades diárias, mas sobre seu grande objetivo de vida. Em outras palavras, das coisas da vida que você pode procurar alcançar, qual delas você acredita ser a mais valiosa?

Muitas pessoas podem ter problemas em dar nome a este objetivo. Elas sabem o que querem minuto a minuto ou até década a década durante suas vidas, mas nunca deram uma pausa para considerar seus maiores objetivos da vida. É provavelmente compreensível que nunca tenham feito isto. Nossa cultura não encoraja as pessoas a pensarem a respeito de tais coisas; de fato, ela os entrega um fluxo sem fim de distrações para que elas nunca precisem disto. Mas um Grande Objetivo de vida é o primeiro componente de uma Filosofia de Vida.

Isto significa que se você não tem um Grande Objetivo de Vida, você não tem uma Filosofia de Vida coerente.

sábado, 28 de julho de 2012

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ARGUMENTUM AD HOMINEM

QUANDO O EGO CONTROLA A LÍNGUA.

Hoje pretendo falar sobre uma artimanha de argumentação em conversas, debates e discussões que muito me desagrada pela sua infantilidade e falta de respeito, uma falácia chamada "Argumentum Ad Hominem".


Falácia nada mas é do que um tipo de falso argumento utilizado em meio a algum debate, e que muitas vezes por desconhecimento daquele em que ela é aplicada acaba sendo aceita como verdadeira levando os rumos do debate em direções desfavoráveis e/ou falsos em relação ao verdadeiro esclarecimento do assunto em questão.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

EGO: O MAIOR DE TODOS OS TRAPACEIROS


"O INIMIGO ESTARÁ NO ULTIMO LUGAR EM QUE VOCÊ PROCURAR"
(Frase de Julius Caesar / 75 AC)

 Hoje vamos falar sobre o maior de todos os trapaceiros, aquele cujo qual nem notamos a existência mas entramos em seu jogo e protegemos com a nossa própria vida se for preciso, o EGO.