ORGULHO DE SER FAVELADO (?)

O RETRATO REAL E FEIO PRA CARALHO DAS PERIFERIAS QUE O PROGRAMA ESQUENTA NÃO MOSTRA.

QUE PORRA É ESSA...
Tá, tá, tá, vamos parando com essa porcaria de choro e ir baixando logo a bola de quem já estava se coçando antes mesmo de ler o texto pra me chamar de burguesinho que mora em apartamento de luxo com piscina se baseando apenas no título, pois eu sou o primeiro a admitir, sem vergonha alguma, que moro em uma favela. Porém, e este é o ponto deste texto, não ter vergonha de admitir este fato é muito diferente de ter orgulho da situação.

Obviamente não darei a localização de meu Quartel General de resistência contra os horrores do Politicamente Correto, porém posso descrever seus arredores para que você sinta o drama, entre o sucesso e a lama.

Vivo em uma periferia do estado de São Paulo, mas apesar da cidade em si não ser a capital também não é interiorana, sendo apenas uma espécie de extensão da metrópole com outro nome. O centro da cidade, assim como o de qualquer outra cidade grande é constituído por uma área relativamente plana, com grandes rodovias, avenidas, áreas industriais muito bem desenvolvidas dentro do possível e áreas comerciais enormes com shopping centers (pelo menos 3 grandes) e algumas áreas de lazer. No entanto é a área que cerca estes centro que nos interessa e de onde sou habitante.

EDUCAÇÃO FINANCEIRA

O MÍNIMO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO SER FINANCEIRAMENTE IDIOTA

MONEY IS POWER, BITCH !!!

Vamos falar um pouco sobre educação financeira familiar e sobre algumas coisas que você deveria saber, ou ao menos ter percebido sobre sobre ela, mas não se tocou ainda.

Já parou para pensar sobre o porquê de você, que muito provavelmente estudou em escola pública, nunca ter tido nem sequer uma mísera aula sobre economia doméstica? Quem dirá então sobre economia global!  No máximo você sai sabendo que o Brasil faz parte do MERCOSUL, isso se você lembrar, né.

Mas vamos ao básico:

É engraçado, e também muito trágico, como saímos do ensino médio (para aqueles que param por ai ou até mesmo para muitos daqueles que cursam uma faculdade posteriormente) sem a mínima noção de como administrar dinheiro, como e qual a importância de poupar, mesmo que pouco, aquela suada merreca que por ventura ganhemos em estágios ou empregos durante nossa vida. Por causa disso mesmo segundo o ditado popular “Cabeça vazia é oficina do Diabo” o mais comum de vermos por ai é a molecada recém-empregada e que geralmente ainda mora com os pais e não tem nenhuma responsabilidade, como ajudar com os gastos de casa por exemplo, gastando tudo que tem em futilidades como roupas, perfumes, tênis da moda, baladas, automóveis e equipamentos de som pra estrondar na Night e durante o dia também infernizando a vida de quem acorda cedo ou trabalha de madrugada e dorme durante a tarde, tornando-se assim desde cedo zumbis consumidores do mais puro lixo, onanistas das prestações que acumulam e prisioneiros das futilidades que apodrecem ainda mais o seu já cambaleante senso de dignidade e parcimônia...

VITIMISMO E MANIPULAÇÃO

QUEM PUXA AS CORDAS ?


"Master of puppets I’m pulling your strings
Twisting your mind and smashing your dreams"
Não, este não é um texto para culpar as vítimas, sejam elas vítimas do que for e livrar os culpados mas sim mais uma das minhas tentativas de tentar fazer gente tapada enxergar um palmo à frente do nariz pelo menos uma vez nesta vida desgovernada feito trem descarrilhado ao som de Funk que a maioria leva na caminhada imbecil e irrefletida do cotidiano.

Aliás, já perceberam quantas vezes eu tenho que começar um texto já adiantando uma possível má interpretação de quem lê o título ou as primeiras linhas, não dizendo aquilo que quero e sim dizendo justamente aquilo que não quero que interpretem sobre o que digo? 

Faço isso já contando com o cérebro Neandertal/tribal que a maioria apresenta. Então, como um homem prevenido vale por dois, e por isso mesmo antes mesmo de colocar o pé no assunto já tento espantar os possíveis e prováveis analfabetos funcionais ou imbecis de má índole que cheguem ao final da leitura ou até mesmo antes disso a querer me acusar de qualquer adjetivo costumeiro que recebo como nazista, retrógrado, machista, cusão, otário e blablabla como se no fim das contas eu desse a mínima e fosse mudar de ideia sobre o que penso por medo de críticas politicamente corretas. Apesar de que mesmo assim muitas vezes isso ainda acontece, mas enfim...